« nesta Lisboa, onde mansos e lisos os dias passam a ver as gaivotas, e a cor dos jacarandás floridos se mistura à do Tejo, em flor também»
Eugénio de Andrade (1923 - 2005)
Jacaranda mimosaefolia ou sp.,
Bignoniaceae
Os Jacarandás de Lisboa, segundo o poeta florescem anunciando a chegada do verão. O verão aqui acabou de acabar, mas não vamos esperar que retorne para anunciar estes jacarandás.
Ao contrário, Em defesa da inocência, para que retorne sempre junto com o verão, compartilho de imediato ‘todas’ as fotos e poemas enviados por JG do Zoo. Os Jacarandás chegaram para que não restem dúvidas que as árvores se parecem com os rios, que se jogam no mar. Atravessaram o Atlântico inocentaram e encantaram os portugueses com seu azul anil e agora as flores do Tejo retornam para fazer isto por nós. Um abraço aos portugueses e um especial ao JG!
* O Zoo agradece os créditos das fotos emprestadas e eu estou oferecendo algo especial. Levem também umas sementinhas e em breve terão os seus jacarandás floridos! Desta vez quem agradecerá será a sua rua, o seu parque, a sua cidade e o nosso planeta! Boa sorte com as sementes e enviem fotos das árvores !









Como eu amo esta cidade, Lucia.
ResponderExcluirUma beleza que parece que não existe. Como o mundo é belo ainda!!!
Obrigado, amiga.
Fiquei muito feliz.
Eu fiquei mais feliz ainda com este azul anil, de fato uma beleza que não só humaniza e embeleza, mas que eterniza vivências em uma sintonia mais elevada e harmoniosa. Eu que agradeço tanta beleza e o carinho, JG!
ResponderExcluirUm beijo.
Fotos lindas. É a minha árvore preferida.
ResponderExcluirCheguei aqui pelo JG e não resisti a comentar. Os jacarandás são uma das minhasárvores preferidas. Gosto de os ver em flor, gosto de os fotografar, de passear debaixo deles, de os ver florir e desflorir num tempo que nos parece muito pouco.
ResponderExcluirParabéns pela sua entrada.
Um beijinho
"Nas ruas de Lisboa, os jacarandás floriam como se a natureza não perdesse nunca a memória das cores. Como archotes, velavam pelo canto dos loricos, cacoaques e outros pássaros feridos, na época de ai-dik-funam."
ResponderExcluirDo belo livro do escritor timorense Luís Cardoso "Crónica de uma travessia - A época do ai-dik-funam"
Que maravilha!
ResponderExcluirEstou contente por ter conhecido o seu blog! Um grande prazer mesmo!
Lúcia, que bela homenagem aos jacarandás de Lisboa e a Eugénio de Andrade. Obrigado.
ResponderExcluirOlá. Saudações de Ílhavo (Portugal) para o Brasil. Encontrei o seu blogue através do Zoo e também levei emprestada uma fotografia. :-)
ResponderExcluirVim aqui pelo JG...eu vivi em criança numa rua do lado do liceu Camões que tinha uns jacarandás assim...Rua Almirante Barroso...a infância veio dum golpe ...e vou levarcomigo uma foto,ok?
ResponderExcluirObrigada
Obrigada a todos e repito obrigado ao JG por nos fazer conhecer ruas maravilhosas coloridas de azul anil! Aos que vieram do Zoo, um Zoo é sempre mais animado que um Arboretto, mas retornem sempre. E a todos, JG, Patti, João Paulo Esperança, Paulo, Sonia, Sofia, Vitoria, obrigada e um abraço.
ResponderExcluirFabulosas essas fotos dos jaracandás de Lisboa, complementadas por essas palavras do eterno Eugénio de Andrade "...a sua luz fende a pupila, acaricia o dorso da sombra."
ResponderExcluirO jacarandá foi uma "descoberta" para mim quando vim morar para o Sul de Portugal. No Norte, em especial no Interior, são raros devido às baixas temperaturas e geadas do Inverno. Na minha cidade plantaram alguns nos jardins do hospital que lá vão sobrevivendo a custo, mas nunca notei que florissem.
Mas os do Algarve, o mais tardar em finais de Abril ou princípios de Maio, estarão a florir em todo o seu azul esplendor.
Les premiers Jacaranda que j'ai vus en fleurs étaient à Lisbonne aussi, et depuis j'en rêve. Ces photos sont magnifiques, je reviendrai les voir !
ResponderExcluirPedro, tão bonita quanto a árvore a poesia, sem dúvida. Obrigada pela visita!
ResponderExcluirDanielle, merci pour la visite, et il est possible que les jacarandás poussent bien em France, essayez !!!
Lúcia, gosto muito quando sei de sua visita ao Ler, escrever e contar.
ResponderExcluirMais ainda quando visito seu blog, que é lindo e rico. Estas fotos de Lisboa, que amo, me apresentaram paisagens que não vi e desejo ver.
E Eugênio de Andrade. Tudo lindo.
Tenho andado às voltas com Frei Veloso, seus livros e sua luta pela leitura no Brasil, com as edições do Arco do Cego.
Tudo me aproxima de seu Arboretto.
Um grande abraço,
Aníbal
Uau, uau, uau. Simplesmente espantando-se!
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