Novembro 29, 2009
Novembro 22, 2009
Floração de novembro : Lixeirinha
floração de Palicourea sp. (P. rigida), Lixeirinha, Bate-caixa, Gritadeira, Rubiaceae.
Palicourea sp. , Lixeirinha, Bate-caixa, Rubiaceae em área de cerrado em regeneração.
Palicourea sp. (P. rigida), Lixeirinha, Bate-caixa, Gritadeira, Rubiaceae.
Arvoreta ou arbusto sempre verde com copa aberta e transparente, escleromorfismo (tortuosidade) acentuado. As folhas são simples, opostas, cruzadas, elípticas, rígido- coriáceas, uma das características marcantes, folhas que quando novas parecem macias e brilhantes. As flores de Palicourea desenvolveram tubos coloridos do amarelo ao laranja avermelhado, polinizadas por beija-flores; os frutos carnosos são azuis ou pretos azulados e dispersados por pássaros.
A família Rubiaceae é considerada a sétima mais rica do bioma Cerrado. O gênero Palicourea inclui aproximadamente 250 espécie de arbustos e árvores pequenas com ocorrência nos trópicos, e possui ampla ocorrência nos cerrados brasileiros. Quase todas as espécies de Palicourea apresentam características de distilia, que parece ser condição ancestral do gênero (Taylor, 1993). Distilia é um tipo de sistema reprodutivo que apresenta características morfológicas (morfos florais) e fisiológicas (sistemas de incompatibilidade) como forma de potencializar a xenogamia. Das 28 famílias que apresentam esse sistema, a família Rubiaceae contém o maior número de espécies distílicas registradas.
links: Palicourea Aubl. (Rubiaceae: Psychotrieae), MOBOT;Rede de Sementes do cerrado: Espécies do Gênero Palicourea. artigos: Variações florais e heterostilia em Palicourea rigida (Rubiaceae) nos cerrados do Brasil Central ; A distilia em espécies de Rubiaceae do bioma cerrado: http://hdl.handle.net/10482/1190; Catalogo Rural: Palicourea (Erva-de-Rato) .
Novembro 18, 2009
Coruja-buraqueira
As corujinhas buraqueiras habitam campos e cerrado do Brasil Central, nidificam em cupinzeiros e buracos deixados por outros animais; em meio urbano não se intimidam, fazem seu ninho em locais altos também e o defendem. As corujas buraqueiras nesta época estão mais visíveis em áreas urbanas ou áreas mais preservadas... Ao que parece iniciam a preparação dos ninhos na primavera.
Com este olharzinho penetrante, não admira que sejam simbolo da Filosofia e da sabedoria e tão populares!
Novembro 14, 2009
Hippeastrum
' Each flower that touches our life is fragile. Dance with it gently, gently, being thankful for the gift of it.'
Hippeastrum sp., Amaryllidaceae no Parque da Serra do Rola Moça, MG
Os Hippeastrum, família das Amarilydáceas, são um gênero de plantas bulbosas, folhas lineares, floriferas vistosas, perdem as folhas em um período do ano, permanecendo em dormência e voltando a florescer no ano seguinte. Ocorrem em quase toda América do Sul nos mais variados habitats - dos Andes à Caatinga, passando pelo Cerrado, florestas e restingas e até áreas pantanosas (H. breviflorum, H. santacatarina)...
A foto é do jardim de uma das entradas do Parque da Serra do Rola Moça, Minas Gerais - um jardim de resistência com plantas dos campos ferruginosos - flora da canga. Um dos sites mais completos sobre Hippeastrum é o Brazil Plants que nos ajudou a identificar o H. glaucescens daqui.
Novembro 13, 2009
Tempo de Pitangas

Eugenia uniflora L., Pitanga, Myrtacaea
As Plantinhas do Mato
Curam caxumba
Quebranto e lumbago
Veneno de cobra
Bronquite, pigarro.
Arruda, canela, jasmim e carqueja
Mamona, mostarda, loro e tabaco
Urucum, violeta, pitoco e pitanga
E um bom rezador
Pra curar nossas manhas.
Renato Teixeira
Renato Teixeira
Novembro 11, 2009
O laboratorio Lapig disponibiliza imagens do Google Earth em resolução espacial mínima de 10m para o Estado de Goiás e quase todo bioma Cerrado. Através do link abaixo, pode-se acessar um arquivo interativo que informa sobre todas as áreas protegidas no bioma Cerrado.
Abram o arquivo através do Google Earth (ou "clicando" neste diretamente, caso tenham o Google Earth instalado) para terem acesso a todas as categorias de áreas protegidas no Cerrado (ao "clicarem" o mouse sobre cada polígono, informações como área, município, nome, categoria, etc, são apresentadas):
Novembro 10, 2009
Glaziou e os jardins sinuosos
Como parte das comemorações do Ano da França no Brasil, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, a Dantes Editora e a França.Br 2009 realizam a exposição Glaziou e os Jardins Sinuosos, aberta ao público a partir de sexta-feira, 6 de novembro de 2009 até 15 de janeiro de 2010, no Museu do Meio Ambiente (MuMA) – Jardim Botânico.
A exposição Glaziou e os jardins sinuosos, reune arte, ciência e história numa oportunidade única para conhecer a trajetória do paisagista e botânico francês Auguste Glaziou, seus mais importantes projetos de parques públicos e jardins privados em nosso país e a importância de suas descobertas botânicas.
O paisagista e botânico francês Auguste Glaziou (1833-1906) viveu no Brasil de 1858 a 1897, sendo responsável, no Rio de Janeiro, pela reformulação do Passeio Público e pelos projetos dos jardins da Quinta da Boa Vista e do Campo de Santana, além do jardim do palácio de verão de Petrópolis e de parques públicos e particulares em várias cidades do país. Seu trabalho revolucionou o paisagismo no país, introduzindo o uso de árvores de flores e, principalmente, de espécies nativas, muitas das quais ele próprio descobriu e trouxe para o Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
As projeções digitais são um dos destaques da exposição no MuMA. Em uma das salas, o visitante poderá fazer um passeio virtual pela Quinta da Boa Vista, Campo de Sant'Ana e Passeio Público atuais, por meio de filmagens projetadas em 180º, em dimensões naturais, que enfocam aspectos da obra de Glaziou. Uma outra projeção, em 3D, mostrará a beleza do Passeio Público do início do século XX.
Os visitantes poderão onhecer a planta baixa original do projeto de Glaziou para a Quinta da Boa Vista, uma maquete construída pelo artista Flávio Papi a partir do projeto do Jardim Imperial de Petrópolis, que não chegou a ser realizado, e fotos originais feitas por Marc Ferrez, Klumb, Insley Pacheco e outros fotógrafos de fins do século XIX.
Serão expostos originais da correspondência entre Glaziou e o naturalista Von Martius (1794-1868), conhecer a lista original manuscrita das plantas que o francês catalogou no Brasil, exsicatas (registros de espécies vegetais) originais de herbários brasileiros e projeções digitais de exsicatas que estão no Herbário de Paris, além de livros raros do acervo do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, inclusive da Coleção Teresa Cristina, de botânica.
Seria bom saber de exposição, mas também do ótimo estado dos Jardins Históricos do Rio de Janeiro!.
Novembro 07, 2009
Orange daylily
Hemerocallis fulva L., Lirio laranja, Hemerocallidaceae
Os lírios de um dia são herbáceas, perenes, rizatomatosas. As folhas são basais, lineares e ao contrario do que descreve a wikipedia não são caducifólias como os Hippeastrum, por exemplo. O fato de nao ser caducifolia e importante para sua utilizacao em paisagismo
Apesar do grande número de híbridos na atualidade, o Hemerocallis fulva tem uma característica que o distingue, miolo e estria amarela nas pétalas.
Setor Bancario Sul, canteiros de Hemerocallis flava e fulva L.
Novembro 04, 2009
Hemerocallis
"A garden is the purest of human pleasures."
Verulam
Hemerocallis flava, Liliaceae. Hemerocallis fulva e H. flava, Liliaceae.
Eu deixo meu cerrado de lado por um tempo... os hemerocallis floridos me fizeram pensar no repertório de plantas utilizadas em paisagismo no Brasil nas ultimas 3 décadas. Comparada a nossa biodiversidade, era um repertório relativamente pequeno, o de espécies herbáceas. Entre elas, muito usadas e faceis de se encontrar e cultivar, o Hemerocallis flava e H. fulva.
Isto não e surpreendente, diríamos, são mesmo lindos!
Na Inglaterra, do final do século 18, isto não era diferente - a espécie era considerada uma das mais ornamentais flores de jardins. Folhear o livro abaixo, do Projeto Gutembeg, significa encontrar algumas velhas conhecidas nossas - The Botanical Magazine, vol. I or, Flower-Garden Displayed in which The most Ornamental Foreign Plants, cultivated in the Open Ground, the Green-House, and the Stove, are accurately represented in their natural Colours, 1787.
O uso tradicional do Hemerocallis possivelmente se iniciou antes de 2.697 a.c. pelos chineses (primeiros registros encontrados no Matéria Medica); flores usadas como alimento, com propriedades digestivas e nutritivas e na medicina as raízes e outras partes (crown). E possivelmente o genero tenha sido introduzido na Europa, via Ásia Menor, utilizado pelos antigos herbalistas, já descrito e ilustrado em 1500.
O gênero Hemerocallis foi uma das espécies descritas no Species Plantarum de Lineu, publicado em 1753; o nome daylily, ou lírio do dia originado do grego (from the greek hemera day + kallos beauty, beauty for a day).
A trajetória da espécie Hemerocallis, mais que a historia dos jardins, deve-se ligar ao desenvolvimento do comércio de plantas ornamentais. Para os aficcionados e colecionadores os híbridos se multiplicaram, vale a pena dar uma olhada na coleção que chega a 60.000 cultivares nas sociedades existentes na Austrália, América, Canadá.
Um tanto quanto atrasados, considerando que esta produção de híbridos se inicia na década de 30, do século passado, na América do Norte, hoje não temos mais somente as duas variedades citadas, tão conhecidas em muitas cidades brasileiras. Basta ver o que se faz hoje com híbridos no sul do país, de 'encher' os olhos!
Alem desta saga incomum para a grande maioria das espécies da flora, das propriedades medicinais, utilidades, beleza e reconhecimento em sua longa história de utilização, o gênero ganhou 'vida própria' e não mais pertence a família Liliaceae, mas sim a família Hemerocallidaceae.
Leia-se, ou veja-se, no site do American Society, a pagina Daylily dictionary sobre a morfologia e diferentes caracteristicas de híbridos, de certa forma reproduzida no desenho abaixo.
Eu voltarei ao ao desenvolvimento e produção de plantas resistentes e atrativas para o paisagismo, aqui no Brasil, como o Hemerocallis...
Eu voltarei ao ao desenvolvimento e produção de plantas resistentes e atrativas para o paisagismo, aqui no Brasil, como o Hemerocallis...
Características botânicas – Flores
Fonte: Cultivo Comercial de Plantas Ornamentais – Antonio Fernando C. Tombolato – IAC (SP), 2004
Links: imagens: H. flava, Project Gutenberg - The Botanical Magazine, Vol. I Or, Flower-Garden Displayed in which The most Ornamental Foreign Plants, cultivated in the Open Ground, the Green-House, and the Stove, are accurately represented in their natural Colours., by W. Curtis, 1787. H. fulva, Original book, Prof. Dr. Otto Wilhelm Thomé Flora von Deutschland, Österreich und der Schweiz 1885, Gera, Germany.
Brief History of Daylilies: Where did Daylilies Come From? by © Ellen Roddy ; the Australian Daylily Society; Agricola da Ilha, As diferentes formas dos hemerocallis.
Novembro 01, 2009
Yellow Daylily
"Considerai como crescem os lírios; nao trabalham, nem fiam; contudo digo-vos que nem Salomão, com toda sua glória, se vestia como um deles” ( Lucas, 12:27)
Hemerocallis lilioasphodelus L., sin. Hemerocallis flava (Linneus, 1762), Hemerocallis lilioasphodelus flavus (L., 1753), Liliaceae
links: Orange day lily, Hemerocalisdo Diário Espiritual, Pensamento Especial para Novembro:
Pelas muitas bênçãos que recebes, sê grato todos os dias, não apenas quando o calendário indicar o dia de Ação de Graças. A tua gratidão não deveria se basear na prosperidade material. Sejam tuas posses materiais muitas ou poucas, ainda assim és rico das dádivas de Deus. Ama-O, não pelas coisas que Ele te pode dar, mas pela dádiva d' Ele próprio doar-Se a ti como teu Pai.
Sayings of Paramahansa Yogananda.
Outubro 30, 2009
Primaveras
"Aprendi com as primaveras a deixar-me cortar e voltar sempre inteira."
Cecília Meireles
Cecília Meireles
Bougainvillea sp*, Bougainvilea arborea, Primavera,Nyctaginacea
As primaveras tão ao comuns na paisagem brasileira e brasiliense continuam enfeitando muros, avenidas e o nosso caminho. Continuam a ser, como escrevi aqui em outubro de 2007, Flores para o cotidiano.
Outubro 29, 2009
A cota de cada um
Técnicos do Ibram desenvolvem projetos para fixar valores monetários relativos à conservação de unidades ecológicas do DF. Ideia é incentivar responsabilidade social
por Helena Mader
Quanto vale um parque arborizado, cercado por uma vistosa vegetação? Qual é o preço de um córrego ou de um rio? Quanto custa uma estação ecológica, habitada por centenas de espécies da nossa fauna? Definir o valor econômico de bens ambientais não é uma tarefa fácil, mas essa estratégia é cada vez mais usada para preservar a natureza e os ecossistemas. Com base no valor estimado do Lago Paranoá, por exemplo, seria possível calcular as indenizações e compensações ambientais a serem pagas por conta de um crime ambiental, como o derramamento de esgoto ou de óleo. Apesar de complexas, as técnicas de valoração de bens naturais tornam os processos de licenciamento e fiscalização mais eficazes e objetivos, com menos brechas para contestações ou recursos.
Nos órgãos governamentais de meio ambiente, a metodologia está começando a ganhar adeptos. Aqui, 35 servidores do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) concluíram recentemente um curso sobre valoração ambiental, ministrado por Jorge Nogueira — professor do Departamento de Economia e um dos maiores especialistas do Brasil nesse assunto. A partir da experiência teórica, os técnicos do instituto vão começar a desenvolver dois importantes projetos: fixar um valor monetário para o Jardim Botânico de Brasília e para a Estação de Águas Emendadas(1), em Planaltina.
O presidente do Ibram, Gustavo Souto Maior, estuda o tema há mais de uma década. Em sua dissertação de mestrado, Gustavo fez a valoração da maior unidade ecológica da cidade, o Parque Nacional de Brasília, e da chamada Água Mineral, que fica dentro dos limites da reserva. A metodologia usada foi avaliar quanto a população estaria disposta a pagar para manter intacta a natureza no local. Pelo levantamento, o Parque Nacional teria o valor de R$ 28 milhões por ano. “Claro que isso não é um preço de mercado e que o parque jamais será vendido. Mas essa definição de valores faz a sociedade dar mais importância à unidade ecológica e ajuda também no cálculo de indenizações e compensações”, explica Gustavo.
Outra metodologia aplicada para estipular os preços simbólicos é a valorização imobiliária que surge a partir do bem ambiental. Em Brasília, há um bom exemplo disso: o Parque Olhos d’Água. Quando foi implantada, há 15 anos, a unidade trouxe um aumento de 20% no preço dos imóveis da região. Essa diferença pode ser classificada como o valor monetário da unidade ecológica. A simples expectativa de criação do Parque Burle Marx, na Asa Norte, gerou uma valorização de mais de 50% em alguns imóveis das quadras 900s. O alto preço dos apartamentos do Noroeste também pode ser parcialmente atribuído ao parque.
Impacto
O interesse em torno das metodologias de valoração econômica de bens ambientais cresceu no ano passado, quando o Supremo Tribunal Federal definiu que os valores de compensações ambientais devem ter como base o “significativo impacto ambiental causado.” Até então, era usado um percentual fixo de 0,5% sobre o valor do empreendimento. “Mas esse método não é o mais adequado, porque uma empresa pequena ou um pequeno empreendimento também podem causar um dano ambiental grande”, destaca o superintendente de Licenciamento e Fiscalização do Ibram, Eduardo Freire. “O meio ambiente não tem que ser visto como um impeditivo para o desenvolvimento econômico. Ele não é um entrave, é uma possibilidade de investimento”, acrescenta Freire.
O professor Jorge Nogueira, da UnB, explica que vários fatores são usados para dar valor monetário a bens ambientais, alguns até subjetivos, como a qualidade de vida proporcionada pela natureza. “Uma empresa que poluísse a Baía de Guanabara, por exemplo, não deveria pagar apenas pela despoluição da área. Isso afeta o bem-estar das pessoas, tem impactos negativos nos hotéis, nas atividades turísticas. Tudo isso também tem que ser levado em consideração para valorar o bem ambiental”, esclarece o especialista.
Jorge Nogueira cita uma das aplicações mais famosas da técnica de valoração de bens e danos ambientais: o derramamento de óleo no Alasca em 1989, causado pela empresa Exxon. “O petroleiro deixou uma mancha de mais de 1 mil hectares, milhares de animais morreram e o prejuízo aos pescadores foi enorme. Com base no valor desse dano, a empresa foi multada em US$ 5 bilhões”, lembra Nogueira.
A advogada da Procuradoria Jurídica do Ibram Juliana Alves Ribeiro lembra que a definição de valores monetários para parques, unidades de conservação ou recursos hídricos pode ajudar a embasar decisões judiciais. “Critérios muito subjetivos abrem brechas para contestações. A valoração econômica, com seus critérios e metodologias científicas bem definidas, dá mais robustez aos processos”, justifica Juliana Alves.
Os servidores do Ibram estão otimistas quanto à aplicação das metodologias debatidas no curso. “Com a valoração ambiental, é possível darmos uma resposta à sociedade. É claro que os valores estabelecidos sempre vão ficar aquém dos reais prejuízos ao meio ambiente, já que muitos danos não são quantificáveis. Mas certamente será uma ferramenta importante para nós”, avalia técnica de licenciamento do Ibram Eliene Muniz.
1- Pesquisas ambientais
A Estação Ecológica de Águas Emendadas é uma das mais ricas unidades de conservação do Distrito Federal. Com uma área de 10,5 mil hectares, a reserva fica em Planaltina e foi transformada em estação ecológica em 1988. Lá são desenvolvidas pesquisas em ecologia e atividades de educação ambiental.
Foto: rio Paranoá, hoje bacia do Lago Paranoá.
Foto: rio Paranoá, hoje bacia do Lago Paranoá.
Outubro 28, 2009
Ipomea azul
A mentira não tem ninho.
Nunca ninguém se perdeu.
Tudo é verdade e caminho.»
Fernando Pessoa
Ipomoea purpurea L., Gloria da manhã, Convolvulaceae
A ipomea azul está em flor há alguns meses. Grandes flores em formato de gramofone, dobras, e vincos em baixo relevo formam uma estrela, cor azul púrpura e miolo com halo rosado; apresentam-se solitárias ou em cachos; as folhas recortadas em 3 lóbulos, ou trilobadas, ao contrario de variedades ou híbridos que tem folhas cordiforme.
Outubro 27, 2009
Rosa de pau
Merrenia tuberosa (L.), Rosa de Pau, Convolvulaceae.
As chuvas trazem de volta, plantas que cobrem muros e árvores como esta trepadeira vigorosa de ampla dispersão nas regiões tropicais da Ásia, América tropical e África, considerada invasora. Possui floração vistosa como outras Ipomeas, flores geometricamente dobradas e folhas naturalmente recortadas com 7 lóbulos ou palmatilobadas; os frutos quando secos tornam-se cor de madeira, em formato de flor por isto o nome rosa-de-pau ou flor-de-pau. Alguns outros belos nomes populares são Honolulu rose, Ceylon Morning glory, ou Rosa de Madera. A espécie é sinonímia de Ipomea tuberosa L., Operculina tuberosa L., Batatas tuberosa (L.) Bojer.
links: Merremia tuberosa in the Global Invasive Species Database; Espécies do Gênero Merremia no Cerrado. A postagem é para Deise do blog Quinta do Artesanato que enviou email sobre a Rosa, e faz belos trabalhos de artesanato com plantas.
Outubro 25, 2009
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PEC - CERRADO
Precisamos da votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC 115/1995) e transformar em Patrimônio Nacional o Cerrado e a Caatinga, a exemplo da Amazônia, da Mata Atlântica e do Pantanal. O alerta e o video foram publicados no blog desde 2007. O tema voltou a pauta e o CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE aprovou MOÇÃO no 096, em 09 de Abril de 2009, leia abaixo:








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